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Temporada 1
Tara é uma mulher com a típica família americana dos subúrbios: um marido, dois filhos adolescentes, uma bonita casa e as responsabilidades de criar uma família. No entanto, Tara sofre de múltipla personalidade trazendo para o ceio familiar mais três distintas e alternadas personagens: Alice, Buck e T. Alice é uma dona de casa perfeita que acredita nos valores tradicionais e faz bolos que deixam inveja a Betty Crocker. Buck é fã de cerveja e motas que está sempre disposta para uma boa noite no bar Titty e que não tem medo de andar à “porrada”; é a típica maria-rapaz. T é uma rebelde adolescente, fumadora de erva, que pensa que as tangas devem andar sempre à mostra e que gosta de roubar lip-gloss da loja.
O episódio piloto começa com Tara a desfazer-se dos seus medicamentos (ela não suporta os efeitos secundários) e a voltar a familiarizar os seus parentes com os seus alter-egos. Estes aparecem quando menos a família espera, no entanto, o inesperado começa a ser esperado enquanto as suas mudanças começam a seguir um determinado padrão: ela metamorfoseia-se convenientemente na personagem mais provável de conseguir ajudar a sua família e amigos a saírem de particulares situações embaraçosas. Sem surpresas, os seus alter-egos permitem-lhe articular e dizer todas as coisas que tem pensado enquanto Tara, mas que nunca teria coragem para o fazer.
Depois dos primeiros episódios, a série começa a abordar temas mais complexos, como a peculiar vida sexual de Tara com o seu marido, Max (John Corbett), e a sua relação com a irmã Charmaine (Rosemarie DeWitt), que não acredita que a sua doença seja real. Na verdade, Tara é uma mulher solitária que tenta sair de si mesma, ansiosa que uma das suas personalidades apareça para apimentar as coisas.
‘As Taras de Tara’ é uma meditação sobre a normalidade de ser diferente. Os distúrbios de Tara são uma metáfora para as múltiplas personalidades pelas quais uma pessoa passa em diferentes situações e momentos de um dia.
O episódio piloto começa com Tara a desfazer-se dos seus medicamentos (ela não suporta os efeitos secundários) e a voltar a familiarizar os seus parentes com os seus alter-egos. Estes aparecem quando menos a família espera, no entanto, o inesperado começa a ser esperado enquanto as suas mudanças começam a seguir um determinado padrão: ela metamorfoseia-se convenientemente na personagem mais provável de conseguir ajudar a sua família e amigos a saírem de particulares situações embaraçosas. Sem surpresas, os seus alter-egos permitem-lhe articular e dizer todas as coisas que tem pensado enquanto Tara, mas que nunca teria coragem para o fazer.
Depois dos primeiros episódios, a série começa a abordar temas mais complexos, como a peculiar vida sexual de Tara com o seu marido, Max (John Corbett), e a sua relação com a irmã Charmaine (Rosemarie DeWitt), que não acredita que a sua doença seja real. Na verdade, Tara é uma mulher solitária que tenta sair de si mesma, ansiosa que uma das suas personalidades apareça para apimentar as coisas.
‘As Taras de Tara’ é uma meditação sobre a normalidade de ser diferente. Os distúrbios de Tara são uma metáfora para as múltiplas personalidades pelas quais uma pessoa passa em diferentes situações e momentos de um dia.
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